Por que o pensamento nunca é exato. Ta aí a confusão

Nasce no canto da boca um sorriso. Pra ti. Por que tu gosta.
Aqui sempre nessa brincadeira de morde assopra, fica a tua marca, no peito, ferida, cicatriz. No corpo, chama. Me chama. Me leva, leve. Pego-te, pelas mãos. Te quero, de pé, no alto. Nuvem de vapor do asfalto quente.
E o peito dilata, dilacera. Nosso dialeto, nossas frases incompletas, incorretas, impróprias.
Te Amo
Inválido?
Te Amo mais!
Instante fulgaz, momento que te vi, te senti, que tremi.
Assopra… Te Amo… ainda