… carregava o fardo de muito querer, o ímpeto quente de um peito viciado no amor, ladeada de subprodutos de paixões obscuras. Os acontecimentos se sucediam e se amontoavam, ela não os impedia, nenhum intervenção, deixava ir sem sobressalto, não conhecia a magia do verbo, nem a dor crua do peito que sangra em hemorragia bruta invisível…