Seria totalmente desconexo
se, eu não fosse um amontoado de segredos a serem descobertos,
se, o que me queima por dentro, me faz vestida de desejo.
e eu fantasio horas o grito, depois o silêncio
palavras, palavras, palavras,
ao vento…
“Chego meio prosa, sombras no rosto.
Não tenho muitas palavras como pensei.
“Coisa ínfima, quero ficar perto de ti”.
Te levo para a avenida Atlântica beber de tarde
e digo: está lindo, mas não sei ser engraçada.
“A crueldade é seu dilema…”
O meu embaraço te deseja, quem não vê?
Consolatriz cheia de vontades.
Caixa de areia com estrelas de papel.
Balanço, muito devagar.
…
Conheces a cabra-cega dos corações miseráveis?”
ana c.
ana é perfeição./
e imperfeição quando preciso.
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gostei disso: ‘Se, o que me queima por dentro, me faz vestida de desejo’
-
e palavras ao vento me fez lembrar a cássia, meio que..obviamente.
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um beijo tonto.
o meu embaraço também deseja.
só ele que não vê.
eu tbm tenhos meus segredos q jamais poderam ser revelados! beijos
segredo é tempero ‘agridoce’ pra salada (de ervas e frutas).
me conta um?
;*
Obrigado pelas suas palavras no meu blogue. Vindas assim, tão inesperadamente, são o melhor alento.
Sim, eu também adoro a Ana Cristina César. Foi um amigo meu brasileiro que viveu 22 anos em Portugal (e que tem alguns livros publicados, embora não goste que lhe chame de poeta) que me deu tão excelente e inigualável autora. Foi paixão à primeira leitura.
Pelo pouco tempo que estive aqui deu para ver que o seu blogue também é muito bom. Vou tentar vir mais vezes.